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sábado, 6 de agosto de 2011

Neverland Real

Síndrome de Peter Pan

Trata-se de um conjunto de sinais e sintomas aceita pela psicologia, a partir da publicação do livro do Dr. Dan Kiley (The Peter Pan Syndrome: Men Who Have Nerver Grown Up).
Como Não apresenta evidências de se tratar de uma doença psicológica real, não se encontra referenciada nos manuais de transtornos mentais.

Esta síndrome é caracterizada por determinados comportamentos imaturos, sejam eles psicológicos, sexuais ou sociais.

Kiley descreve que a tendência do indivíduo é apresentar episódios de irresponsabilidade, rebeldia, cólera, narcisismo, dependência e negação ao evelhecimento.

sábado, 7 de maio de 2011

Complexo de Inferioridade - O Que é Isso?


Uma das queixas mais comuns das pessoas são os conflitos internos e nos relacionamentos causados pelo sentimento de inferioridade. Quantas pessoas não se sentem inferiores aos seus colegas de trabalho? Não buscam uma promoção por não se sentirem capazes? Não terminam um relacionamento destrutivo por acreditarem que não conseguirão ninguém que as trate bem? Estão sempre se comparando ao irmão, irmã, vizinho, tendo a certeza que o outro é muito mais? Outros deixam de trabalhar, sair, viver, tudo porque se sentem inferiores aos demais.
A denominação complexo de inferioridade foi criada por Alfred Adler (1870-1937), médico psiquiatra, para designar sentimentos de insuficiência e até incapacidade de resolver os problemas, o que faz com que a pessoa se sinta um fracasso em todos, ou em alguns aspectos de sua vida. É o que hoje chamamos de baixa auto-estima, que é quando não se tem consciência de seu valor pessoal. A baixa auto-estima pode comprometer todos os relacionamentos, seja pessoal, profissional, afetivo, familiar, social.
Adler afirmava que todas as crianças são profundamente afetadas por um sentimento de inferioridade, que é uma conseqüência do tamanho da criança e de sua falta de poder perante os adultos. O que desperta em sua alma um desejo de crescer, de ficar tão forte quanto os outros, ou mais forte ainda. Ele sugere que existem três situações na infância que tendem a resultar no complexo de inferioridade:
- Inferioridade orgânica:
Crianças que sofrem de doenças ou enfermidades com deficiências físicas tendem a se isolar, fugindo da interação com outras crianças por um sentimento de inferioridade ou incapacidade de competir com sucesso com outras crianças. Contudo, ele salienta que as crianças que são incentivadas a superar suas dificuldades tendem a compensar sua fraqueza física, além da média, e podem desenvolver suas habilidades de maneira surpreendente. Por exemplo, se dedicam a uma atividade física para compensar a deficiência.
- Crianças superprotegidas e mimadas:
Essas crianças podem desenvolver um sentimento de insegurança, por não sentirem confiança em suas próprias habilidades, uma vez que os outros sempre fizeram tudo por elas.
- Rejeição:
Uma criança não desejada e rejeitada não conhece o amor e a cooperação na família. Não sentem confiança em suas habilidades e não se sentem dignas de receber amor e afeto dos outros. Quando adultos, tendem a se tornar frios, duros, ou extremamente carentes e dependentes da aprovação e reconhecimento de outras pessoas. Quanto mais necessidade de ser aprovado e reconhecido pelo outro, mais se desenvolve a necessidade de agradar. Isso faz com que as pessoas deixem de ser elas mesmas, tornando-se o que os outros gostariam que fosse, ou o que pensa que gostariam, reforçando cada vez mais o sentimento de inferioridade, pois não satisfazem a si mesmas.
Não são apenas as situações citadas acima que podem fazer com que a pessoa se sinta inferior, podem existir muitas outras ocorridas durante a infância, mas essas explicam a origem do termo utilizado e podem resultar em isolamento, falta de interesse social e cooperação.
Todos sabemos que não é nada fácil para uma criança com alguma doença ou deficiência física conviver socialmente, pois as crianças em geral são implacáveis em brincar com as dificuldades de seus colegas, gerando vergonha, medo e a necessidade de se isolarem com o intuito de evitar ser alvo de piadas. Diante dessa realidade, é muito importante que os pais apoiem seus sentimentos e não os menosprezem; fazendo-a perceber que há muitas outras qualidades e que seu potencial pode ser desenvolvido. Do contrário, crescerão com muita dificuldade em acreditar em si mesmas, pois irá depender de como cada um irá lidar com esses aspectos.
A superproteção durante a infância pode realmente gerar muita insegurança quando adulto, pois estas pessoas quando crianças não foram incentivadas a acreditarem em si mesmas. Assim, crescem, ainda que inconscientemente, acreditando que faziam tudo por ela por não ter a capacidade de fazer por si mesma. O que não é verdade! Todos temos potencial, a diferença é acreditar neles ou não.
A rejeição, assim como o abandono, também pode gerar o sentimento de inferioridade.
Adler enfatizava ainda a importância da agressão, no sentido de lutar por sua capacidade de superar obstáculos e acreditar em si. Muitas vezes, a agressão pode manifestar-se como poder, superioridade e perfeccionismo, porém a busca pela superioridade como compensação pode tomar uma direção positiva ou negativa. Pode ser positiva e saudável quando motiva para realizações construtivas e na busca de crescimento. Será negativa e destrutiva quando existe uma luta pela superioridade pessoal, dominando os outros através do poder, podendo desenvolver a ambição (busca o crescimento material, deixando de lado pessoas e fatos significativos em sua vida) e inveja (desejando ter tudo o que o outro tem, mas não se sente capaz de conseguir por si próprio); tudo para compensar seu sentimento de inferioridade.
A capacidade do outro sempre é percebida como maior que a própria capacidade, sentindo-se sempre inferior. Esse sentimento pode fazer com que a pessoa se acomode na situação. Ainda que isso lhe traga insatisfação e tristeza, nada faz para mudar, pois não se sente capaz ou com forças.
Muitas vezes nos deparamos com pessoas que demonstram ter uma total confiança em si mesma, mas, se observarmos melhor, perceberemos que na verdade são máscaras para compensar seu sentimento de inferioridade, não refletindo seu verdadeiro sentimento em relação a si próprio, ou seja, sua essência. Mas o que fazer quando somos adultos e sentimos medo, vergonha, ou seja, ainda sentimos essa inferioridade perante os outros? O mais indicado é:
- Evitar as comparações. Ficar se comparando com quem quer que seja não o fará se sentir melhor, pois as pessoas são diferentes, possuem necessidades, desejos e históricos de vidas diferentes.
- Compreenda seu histórico de vida e a origem de seu sentimento de inferioridade. Por qual motivo se sente inferior? Não desista, compreenda suas dificuldades e procure enfrentar cada uma delas.
- Enfrente o medo. É importante lidar e enfrentar o medo que as pessoas ou situações provocam e compreender que a percepção de si mesmo está baseada na conseqüência de fatos que já passaram. Você não pode mudar seu passado, mas pode mudar seu presente.
- Reconheça seu valor. Perceba que seu valor enquanto pessoa não pode e nem deve ser baseado na maneira como foi, ou ainda é tratado, ainda que isso tenha durado toda sua vida. Não permita mais ser desrespeitado ou maltratado. Lembre-se ainda que seu valor deve ser baseado pelo que é e não pelos bens materiais que possui.
- Identifique suas necessidades emocionais. O que você espera receber dos outros pode ser aquilo que não recebeu quando criança de seus pais. Não espere receber dos outros o que só você mesmo pode se dar.
- O que você deseja receber na relação afetiva? Muitas vezes os conflitos gerados no relacionamento têm origem em seu histórico de vida.
- Observe e procure compreender cada um de seus sentimentos. Perceba quando sentir inveja, ciúmes, necessidade de poder ou superioridade. Esses sentimentos podem estar ocultando e compensando um sentimento de inferioridade.
- Aprenda com os erros e não fique se punindo por ter errado, nem se acomode nas situações. Saia de sua zona de conforto e mude o que deseja!
- Valorize sempre suas conquistas! Pare de supervalorizar o que o outro tem ou faz e desvalorizar as próprias conquistas. Celebre sempre!
- Faça psicoterapia. O autoconhecimento obtido através do processo da psicoterapia poderá fazer com que reconheça seus reais valores e liberte-se do complexo de inferioridade que acorrenta e aprisiona.
Por Rosemeire Zago - Psicóloga
Fonte:  http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=08985

terça-feira, 26 de abril de 2011

Apostila sobre Ansiedade

Muitos de nossos medos encontram-se atrelados a precauções ultrapassadas; por este motivo, várias vezes reagimos a estímulos de maneiras que nos é prejudicial; o questionamento a crenças pode nos ajudar a evitar fobias e inquietações exageradas.

Existem seis transtornos da ansiedade conhecidos: fobia específica, transtorno de pânico, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtorno de ansiedade generalizada (TAG), transtorno de ansiedade social (TAS) ou fobia social e transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).

Para saber mais baixe apostila com resumo sobre Ansiedade, clicando AQUI

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Método Pilates (Parte II)

Benefícios do Método Pilates



  • Relaxar e combater o estresse, pois é uma forma suave de exercício, que nos proporciona uma boa conscientização corporal, o que nos ajuda a liberar a tensão acumulada, à medida em que vamos conhecendo o nosso próprio corpo.
  • Melhora do equilíbrio e da coordenação através do realinhamento postural e o fortalecimento do ‘Power House’. Isto minimiza o riso de lesão. Por isso o Método Pilates é um grande sucesso entre os esportistas e baliarinos.
  • Exercita-se sem sofrimento, já que muitas pessoas não se adaptam à rotina da academia de musculação principalmente no que se refere ao esforço físico. O Método Pilates consiste em movimentos suaves que fornecem tônus e fortalece a musculatura de dentro para fora.


Há efeitos benéficos para o sistema cardiovascular, com o aumento dos batimentos cardíacos, o que faz com que a corrente sangüínea carregue sangue rico em oxigênio para todas as fibras musculares e capilares importantes, aumentando a oferta sangüínea, que percorre também o cérebro, estimulando as funções mentais.


Para se adquirir uma boa forma física, não é necessário a realização de exercícios mecânicos e repetidos de forma exaustiva, mas sim buscar o prazer e a satisfação em movimentos dinâmicos, diferentes, graciosos e divertidos.

No Método Pilates busca-se o resgate dos movimentos naturais, da flexibilidade, da graça natural e das habilidade da infância, desenvolvendo o fortalecimento muscular, as capacidades correspondentes à atividades de vida diária e resistência ao cansaço corporal.



Buscando a visão de unidade do homem, que não é apenas um conjunto de órgãos, ossos e músculos, mas também possui sentimentos e emoções, onde a realização dos movimentos conscientiza a respeito das transformações e dos benefícios decorrentes de cada movimento, sem extrapolar os limites naturais.

Se praticado de forma regular, o pilates rstabelece a flexibilidade articular, aumenta a eficácia da circulação e tonifica os músculos flácidos. Pode-se sentir uma melhora da postura, da coordenação e do equilíbrio, propiciando sensação de auto-confiança. Finalmente, o fortalecimento da musculatura abdominal torna o abdome mais bonito.brio, propiciando sensaça da postura, da coordenaç a flexibilidade articular, aumenta a efice das habilidade da inf


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Método Pilates (Parte I)

Método Pilates

Criado pelo alemão Joseph H. Pilates no início do século 20, objetivando promover fortalecimento muscular, aumento da flexibilidade e conscientização corporal.

Por se diferenciar das aulas de fitness, onde as classes são compostas por um grande número de alunos, tem como principais vantagens: a atenção individualizada, as correções constantes e as aulas adaptadas para a necessidade de cada aluno. Tais fatores tornam o número de alunos bastante limitado, aproximadamente 4 por aula.

Outra vantagem do método é que os exercícios definem o corpo de forma natural, por trabalhar todos os grupos musculares, além de promover o alinhamento postural.