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sexta-feira, 16 de março de 2012

Das Vantagens de Ser Bobo


O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar o mundo. O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: "Estou fazendo. Estou pensando."

Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a idéia.

O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não vêem. Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os vêem como simples pessoas humanas. O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver. O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um Dostoievski.

Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro. Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranqüilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado. O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo não percebe que venceu.

Aviso: não confundir bobos com burros. Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: "Até tu, Brutus?"

Bobo não reclama. Em compensação, como exclama!

Os bobos, com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu. Se Cristo tivesse sido esperto não teria morrido na cruz.

O bobo é sempre tão simpático que há espertos que se fazem passar por bobos. Ser bobo é uma criatividade e, como toda criação, é difícil. Por isso é que os espertos não conseguem passar por bobos. Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida. Bem-aventurados os bobos porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás não se importam que saibam que eles sabem.

Há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem por não nascer em Minas!

Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando por cima das casas. É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.

Clarice Lispector

sábado, 6 de agosto de 2011

Neverland Real

Síndrome de Peter Pan

Trata-se de um conjunto de sinais e sintomas aceita pela psicologia, a partir da publicação do livro do Dr. Dan Kiley (The Peter Pan Syndrome: Men Who Have Nerver Grown Up).
Como Não apresenta evidências de se tratar de uma doença psicológica real, não se encontra referenciada nos manuais de transtornos mentais.

Esta síndrome é caracterizada por determinados comportamentos imaturos, sejam eles psicológicos, sexuais ou sociais.

Kiley descreve que a tendência do indivíduo é apresentar episódios de irresponsabilidade, rebeldia, cólera, narcisismo, dependência e negação ao evelhecimento.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Vencer ou Vencer? Eis a questão!!!

Olá pessoas, depois de um longo período de hibernação, estou voltando devagar. Deixo para todos aqueles que acompanham os 'posts', alguns vídeos motivacionais. Bem sabemos que frases, palavras bonitas e imagens por si só não são suficientes para transformar a vida de ninguém, porém se essas associadas às nossas atitudes, à nossa vontade de realização, muito podem contribuir.
Beijos a todos


Cenas do filme a procura da felicidade onde o pai ensina ao próprio filho e a nós de que nunca devemos desistir de nossos sonhos, nem se que aquele sonho impossível, pois na vida nada e impossível se você tiver coragem para encarar e ir atrás de seus objetivos.
 
 
 







domingo, 5 de junho de 2011

Uma Questão de Humildade

Como a Starbucks salvou minha vida

Michael Gates Gill

Depois de perder tudo – o emprego, o status, a família, a saúde –, o futuro parecia sombrio para Michael Gates Gill, ex-diretor de criação de uma grande agência de publicidade. Aos 63 anos, porém, ele teve o encontro que mudaria sua vida: Crystal Thompson, 28 anos e negra, gerente de uma loja da Starbucks, lhe ofereceu um emprego na cafeteria. Ele aceitou.
Num relato comovente, Michael conta sua surpreendente história. Da alta sociedade americana, o ex-executivo levava uma vida cercada de privilégios até que uma seqüência de acontecimentos inesperados – sua demissão, um filho fora do casamento, o divórcio e a descoberta de um tumor no cérebro – o obriga a começar do zero.
Contratado para trabalhar numa loja da Starbucks no Harlem, Michael se depara pela primeira vez com a dura realidade das classes menos favorecidas, o que o leva a fazer um balanço da sua vida, reavaliar seus preconceitos e adotar novos valores. Ele aprende a encontrar satisfação nas pequenas tarefas do dia a dia, a lidar com a solidão e a aceitar as diferenças.
Como a Starbucks salvou minha vida é a história real de um homem que descobriu que a felicidade não está em quanto você ganha ou no cargo que ocupa, mas na capacidade de desenvolver relações verdadeiras e trabalhar com amor.
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Michael Gates Gill tinha tudo: uma bela casa, uma família amorosa e um alto salário como executivo de uma das principais agências de publicidade dos Estados Unidos. De repente, sua vida começa a desmoronar. Ele perde o emprego, se envolve em um relacionamento extraconjugal que leva ao fim do seu casamento e, como se não bastasse, descobre que tem um tumor no cérebro.
Aos 63 anos, divorciado, falido e sem plano de saúde, o futuro não parece lhe reservar grandes expectativas. Sem saber o que fazer, Michael entra numa loja da Starbucks para tomar um café e pensar numa saída para seus problemas. Ele não imaginava que seu destino mudaria a partir daquele momento. A cafeteria estava promovendo um evento para contratação de novos funcionários, e a gerente, Crystal Thompson, uma negra de 28 anos, lhe oferece um emprego.
A partir daí Michael é apresentado a um novo mundo. Ele tem que pegar várias conduções por dia para chegar ao trabalho, onde sua rotina inclui limpar banheiros, varrer o chão e atender clientes de diversas faixas etárias e classes sociais.
Confrontando suas lembranças – marcada por festas sofisticadas e pelo contato com pessoas famosas – com a nova realidade, ele se dá conta de seus antigos preconceitos e adota novos valores. E, à medida que se aproxima de Crystal e dos colegas da Starbucks, percebe, com surpresa, que é muito mais feliz do que antes.
Num mundo em que a felicidade é associada às aparências e às distinções de classe, Como a Starbucks mudou a minha vida mostra que o importante na vida é se dedicar verdadeiramente ao que você faz e desenvolver relações sinceras.

Fonte: Editora Sextante

domingo, 1 de maio de 2011

Proteção Desprotege ou Saio de Cena

Há algumas décadas atrás, O Tremendão, Erasmo Carlos, lançou a música 'Filho Único', onde parte da letra dizia: '...proteção desprotege e carinho demais faz arrepender...'. Não entendia nada o que isso queria dizer. Fiquei ruminando durante todo esse tempo. Hoje entendo muito bem.
Não apenas no relacionamento mãe e filho, mas em todos os relacionamentos, é necessário que cuidemos do outro, porém não temos o dever e nem o direito de decidir pelas pessoas, de querer ficar vinte e quatro horas a monitorando, etc.
Um bom exemplo é esta leoa e seus filhotes. Eles seguem seu instinto natural, coisa que o homem já perdeu, por ser moldado pelos padrões impostos pelo sistema. Se essa leoa não entender que vai chegar uma hora em que seus filhotes vão ter que aprender a cuidar das suas próprias vidas, certamente ela os perderá muito rapidamente, pois se ela os mimar demais, eles vão se acomodar, fazendo com que se tornem totalmente dependentes. Muitos de nós seres humanos somos assim, queremos viver sendo paparicados, rodeados de pessoas, ser o centro das atenções, etc. Porém, se nos acostumarmos com essa condição, na primeira luta que travarmos contra os inimigos naturais da vida, não vamos saber o que fazer, atribuindo tal responsabilidade para outra pessoa, achando que ela é obrigada a estar disposta não a nos ajudar, mas a resolver por nós. Talvez esqueceram de dizer para uma pessoa que deseja ser estimada por todos que as outras pessoas ao seu redor também têm suas lutas diárias, seus problemas, etc.
O que desejo com isto?
Alertar a respeito de buscar elogios, ser querido por todos, etc. Isso se torna muita pretensão, pois nem Jesus Cristo, um homem que segundo os seus próprios acusadores, não cometeu nenhuma infração, buscou amar ao próximo, etc. agradou a todos, será que temos a pretensão de sermos melhor? E se formos acusados injustamente como esse homem, e se formos traídos como ele foi por Judas, e se formos negados como ele foi por Pedro, será que iremos suportar?
O amadurecimento é necessário a todos nós. Carinho, colo, cafuné... tudo isso é muito bom, mas em demasia, nos torna muito frágeis.
Cuidado com o excesso de elogios, pois eles podem ser a porta para a sua insatisfação futura.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Só Talento Não é Suficiente




Ter talento não significa ter sucesso.

Certamente conhecemos pessoas com grande também, porém não obtém sucesso.

Quer saber mais? Então BAIXE AQUI apostila sobre o assunto.

Apostila sobre Dependência Afetiva

Disponibilizando para download uma excelente apostila sobre Dependência Afetiva.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Para Viver de Amor II

Um pássaro na gaiola, aos olhos de alguns, tem tudo o que precisa desde água até os melhores tipos de suplementos para aves. Mas e daí? Deus criou as aves e se preocupou em fazer com que a própria natureza fosse suficiente para sua subsistência, mas também se preocupou em criá-los para voar e não viver numa gaiola, por mais confortável que ela possa parecer. Você já parou pra penser que os passarinhos sabem se virar melhor que nós seres humanos? Eles sabe para onde ir na hora certa, respeitam o espaço e limite do outro, etc. Seria legal aprendermos mais com eles do que pensar em escravizá-los, dando vazão ao nosso esgoísmo.

Você que vve algum tipo de relacionamento, seja familiar, familial, sentimental, etc., Você tem deixado a outra(s) pessoa(s) voarem ou as têm mantido em uma gaiola?

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Pra Viver de Amor

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;

Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

I Corintios 13:4-7

Linda essa passagem vocês não acham? Mas como isto funciona na prática em nossas vidas? Será que temos consciência do amor que temos dado ao próximo? Será que é mesmo amor?

Para ser breve, vou citar dois exemplo: A flor e o pássaro.

A Flor - linda, maravilhosa, necessita de cuidados sem dúvida. Um desses cuidados é o regar, pois a água é essencial para sua sobrevivência. Porém, como diz o ditado popular: 'água demais mata a planta'...

O Pássaro - todos gostam de ouvir seu canto, todos gostam das suas plumagens, muitas vezes multicoloridas. Mas alguns comentem um grande erro, pois querem usufruir dos seus encantos de forma egoísto, o colocando em uma gaiola, se acham donos daquilo que Deus nos presenteou, como muitas outras coisas da natureza.

Acho que já deu pra se ter uma noção do que pretendemos aqui.
Da mesma forma tem acontecido com o ser humano num relacionamento, seja ele amoroso ou mesmo de amizade. Algumas pessoas têm regado demais, de forma que matam a flor do relacionamento afogada, sufocando-a, acreditando que aquele pseudo-sentimento de zelo está fazendo bem.

Também como muitos que no relacionamento querem aprisionar o outro, achando que têm o direito ao controle total, tolhindo a liberdade a qual o ser humano recebe de herança. Achando que pondo o outro numa gaiola vai poder levá-lo para onde quer e bem entende, sem se importar que ele foi feito para ser livre.

Quando Deus tudo criou, não precisou de ajuda, visto que as flores não são criadas por nós, até podemos cultiválas, regá-las, etc., bem como os pássaros, por que não observá-los apenas  na natureza, seu habitat, ao invés de escravizá-lo? Eles têm tudo o que necessitam na própria natureza, não precisam das mãos do homem.

E como está seu relacionamento com o próximo? Será que você vive na paranóia virtual, vasculhando perfil do orkut, querendo exclusividade no msn, etc.? Pois se é assim, saiba que isso não é amor é possessividade. Claro que existem casos e casos, mas no geral como você tem se comportado. Saiba que não temos o direito de invadir e saquear a liberdade do outro como verdadeiros piratas, virtuais ou mesmo reais.

Por enquanto é só. Mas iremos voltar a tocar neste assunto em outro momento.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Testemunho de Rosane Marmitt


No dia 21/08/02, estava eu morando na cidade de Verê no Paraná, quando fui visitar meus pais em São Jorge do Oeste, no mesmo estado, junto com meu marido e meus dois filhos. Ao retornarmos para Verê, estava chovendo, não muito, mas uma forte garoa. Quando tínhamos feito aproximadamente 8 Km, em uma curva sofremos uma aqua derrapagem e voamos contra um pé de uva Japão que estava próximo do asfalto. Por incrível que pareça o carro ficou a 4 metros de altura. Estava com meu filho menor, Gustavo, em meus braços, pois o estava amamentando, no momento em que saímos da estrada. Só me lembro do mato batendo em meu rosto. Acordei alguns minutos depois, com meu filho ainda no meu colo, tentei acordá-lo, pois achei que estava dormindo, logo vi que ele estava em coma. Quando comecei a chamar por socorro, vi meu outro filho Vagner logo na minha frente sangrando muito pelo nariz e pela boca, e vi seu crânio, na parte lateral direita afundado, tentei chamá-lo, ele ainda resmungou. Foi quando acordei o pai deles, que estava ao lado e que o pegou no colo e fomos para o asfalto. Naquele momento quase fui atropelada com meu filho menor no colo, minha sorte foi que o carro desviou. Quando parei no meio do asfalto, apareceu um anjo, que hoje não está mais aqui, também minha madrinha e tia, que nos socorreu, levando-nos ao hospital. No hospital recebi a notícia de que era muito grave o estado dos meninos, que foram arrancados de meus braços da forma mais cruel possível e levados para a cidade de Francisco Beltrão, a 70 Km de onde estávamos. Também estava muito machucada e recebi atendimento ali mesmo. Também precisei ser levada para Francisco Beltrão, quando entrei na U.T.I, jamais imaginava ver meus filhos naquele estado. O mais novo, Gustavo, que na época tinha 7 meses, continuava em coma, intubado. Quando olhei para o lado, vi o mais velho, Vagner, traqueostomizado, para poder respirar.
Também precisei ficar internada. Por volta das 14:30, me veio a pior das notícias, meu filho mais velho estava morto. Meu mundo desabou, queria morrer. Tive alta do hospital, e quando cheguei para o velório, vi o quanto as pessoas gostavam de mim. Recebi muitas palavras de conforto, e o calor humano foi o que mais me ajudou. Vi que não estava sozinha, e vi também que Deus havia preparado algo para mim. No dia seguinte sepultamos Vagner.
Depois disso veio a agonia da espera pela recuperação de Gustavo. Quatro dias depois, veio a triste notícia de que ele também havia falecido. Aí só me restou a dor, a solidão, a agonia e a desilusão. Nem acreditava mais em nada, nem mesmo em Deus. Falei até que Ele era cruel.
Fiz laqueadura, não posso mais ter filhos. Meu mundo desabou.
Veio então o arrependimento. E foi aí que me apeguei a Deus novamente, encontrando conforto para tanta dor. Eu fui me aquietando, me aquietando. E hoje entendo que Deus só coloca em nossos ombros a carga compatível com nossas forças e ainda nos ajuda a carregar. Tudo na vida tem um propósito, e creio que o meu é Mateus, que adotei há cinco anos. Ele tinha 3 anos e meio e se encontrava muito doente quando o levei para casa. Ele nasceu 3 meses após o acidente e eu nem imaginava que ele existia, mas Deus o conduziu até os meus braços para que eu pudesse cuidá-lo.
Graças a Deus dei conta do recado. Hoje ele está curado após duas cirurgias auditivas, que recuperaram sua audição.
Quero repassar principalmente as mães que tiveram algum tipo de perda, seja da forma que for, pois nunca estamos preparadas psicologicamente, mas Deus conhece o nosso ontem e o nosso amanhã muito bem, e está ao nosso lado, nunca nos abandona.
Também não devemos questioná-lo, pedindo o por que das coisas, mas sim para que? No final encontraremos a resposta, pois ela pode demorar até Deus nos moldar da forma que Ele quer.
E quando estivemos moldados, Ele pega em nossa mão e nos conduz da maneira que Ele acha melhor, e nunca da forma que achamos conveniente para nós.
Essa é a minha história. Posso dizer que renasci das cinzas e estou aqui firme e forte para contá-la.

Rozane Marmitt

As Formigas

Ela nos ensinam como viver em unidade. Têm níveis altamente avançados de vida em sociedade.
Sua sociedade é organizada pela divisão das tarefas. Todas cumprem rigorosamente as suas funções.

Curiosidade:

O Feromônio - é uma substância expelida e detectada pelas formigas que permite a comunicação entre elas.
Demarca os caminhos em busca de alimento, funcionando como uma marca ou sinal. Assim, elas conseguem percorrer o caminho mais curto para chegar até o alimento.
A intensidade de feromônio aumenta como o número de formigas que depositam a substância enquanto caminham do formigueiro até as fontes de alimento e vice-versa. E cada vez mais o número de formigas vai aumentando, pois elas escolhem o caminho com maior concentração da substância, quanto mais feromônio, mais formigas são atraídas, e desta forma, mais rapidamente se enchem os seus depósitos de alimentos.

Analogia entre o Feromônio e o Amor - também poderemos atrair mais pessoas para o mesmo caminho, e assim nossa unidade vai além da sobrevivência.

Só o amor vai nos ligar para sermos um.

* Unidade não é unanimidade, não é todos pensarem a mesma coisa. Cada um pode ter seus próprios pensamentos. Mas precisamos andar juntos, é preciso haver relacionamento, onde um ame o outro.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Mecanismos da Resiliência


A mente superando tragédias.

Existem recursos inatos que asseguram a sobrevivência. Tais recursos podem ser desenvolvidos.

A Neurociência da Coragem Genuína

Quando uma tragédia se manifesta, a maioria dos seres humanos têm a capacidade de se recompor de forma extremamente satisfatória.
Esta capacidade de recuperação se chama Resiliência.

Quando passamos por alguma experiência negativa, experimentamos uma sensação de choque profundo e desorientação. Porém, alguns estudos revelam que grande parte de indivíduos vítimas de tragédias têm a recuperação precoce, podendo até mesmo tornar-se emocionalmente intactos. A maioria das pessoas demonstra uma espantosa resiliência natural, por pior que seja o que a vida tenha oferecido.

Mas o Que Vem a Ser Resiliência?

Resiliência (do latim re, “para trás”. E salire, “voltar”) – significa portanto voltar para trás, retornar.

Isto ocorre dentro de um breve período de tempo. A resiliência tem início em um nível primário. Diante uma ameaça, o sistema nervoso do indivíduo sofre alterações químicas, incitando a pessoa a reagir ou a fugir. É como se nosso cérebro pulsasse dizendo: “Lutar ou fugir? Lutar ou fugir?...”. Após um determinado período de tempo, essa turbulência passa para uma calmaria relativa. No caso de estímulo constante de autodefesa, há um fluxo contínuo de hormônios de estresse, que podem danificar células cerebrais, localizadas nas áreas cerebrais relacionadas com a memória e com a emoção, produzindo uma verdadeira ruína tanto física como emocional. Contudo, a maioria de nós conta com a resiliência.

Enfrentamento Desadaptativo

A maioria das pessoas se adaptam de forma surpreendentemente bem a qualquer coisa que o mundo venha nos oferecer. O retorno à um certo nível de normalidade se dá em poucos meses.

Seja Aquilo Que Puder Ser

A resiliência é regra para a maioria dos seres humanos, aproximadamente 10% dos seres humanos, não têm a capacidade para se recuperarem de um trauma emocional, mergulhando em ansiedade e depressão.

Não é possível evitar tragédias, nem tampouco prevenir que as pessoas sofram com o estresse.

Raízes da Realidade

As bases da personalidade e da identidade dependem de matizes instaladas nos primeiros anos de vida, referentes às relações com o mundo, valores ou mesmo ideais. Esta estrutura psíquica definirá, de certa forma, a capacidade de percepção de eventos apresentados e de recursos emocionais para enfrentar o amor, a dor e os revezes. Por isso notamos reações diferentes em cada pessoa diante dos mesmos impactos e do imprevisível. A resiliência está ligada a esta dinâmica.

O Que Torna um Indivíduo Resiliente?

Um recém-nato é vulnerável física e biologicamente, o que o torna dependente, quase que de forma integral, do mundo externo para sobreviver. As sensações de fome ou de prazer servem de fundamento para seus registros psíquicos.

A presença da mãe ou do cuidador é imprescindível, pois o ambiente, o conforto, a acolhida e a regularidade na rotina, são fatores que não irão permitir à criança conquistar a confiança básica necessária para sua organização interior e o desenvolvimento psicológico. Esse é um processo que também permite o aprimoramento das funções perceptivas e o amadurecimento emocional. Aos poucos a criança vai adquirindo a capacidade de observação do mundo integralmente, ao mesmo tempo em que a noção do outro e do eu se tornam mais clara. Todo este aparato vai definir algumas bases para o futuro e suas possíveis adversidades.
Diante um evento traumático a estabilidade das defesas e o equilíbrio psíquicos são postos à prova.

A fragilidade e o desamparo primitivos retomam e podem desencadear sintomas como intensa ansiedade, desespero, insônia e pesadelos. A força de reconstrução de uma conduta vital positiva, num espaço de tempo razoável, irá indicar subsídios de autoproteção diante das adversidades, além de integridade psíquica estabelecida nos pilares da vida mental.

A tolerância para enfrentar o acontecimento traumático gera uma maior capacidade para elaboração da experiência dolorosa. Há um aumento das possibilidades para a reorganização de uma vida mental saudável. A resiliência está inserida na confiança que permanece presente e viva, mesmo diante de situações difíceis, como uma chama de vida que se mantém apesar da dor.

ONLY PUSH! ORE ATÉ ALGUMA COISA ACONTECER!!!


Uma noite, um homem estava dormindo em sua cabana quando de repente seu quarto ficou cheio de luz e Deus lhe apareceu. O Senhor disse ao homem o trabalho que ele deveria fazer para Ele e mostrou-lhe uma grande rocha na frente de sua cabana.
O Senhor explicou que o homem deveria empurrar (PUSH) a rocha com toda a sua força. O homem então o fez, dia após dia.
Por muitos anos ele pelejou de sol a sol; com seus ombros escorados na fria e maciça superfície da rocha imóvel, empurrando-a com toda a sua força. A cada noite o homem retornava à sua cabana aborrecido e sem roupa, sentindo que havia gasto todo o seu dia em vão.
Desde que o homem mostrou-se desencorajado, o Adversário decidiu entrar em cena colocando pensamentos em sua mente desgastada:
"Você tem empurrado essa rocha por tanto tempo, e ela ainda nem sequer se moveu."
Isso dava ao homem a impressão de que sua tarefa era impossível e que ele era um fracasso. Esses pensamentos desencorajavam e desanimavam o homem.
"Por que eu vou me matar tentando fazer isso?", ele pensou. "Eu farei apenas o possível, colocando o mínimo esforço e isso será suficiente".
E era o que ele planejava fazer, até que um dia ele decidiu fazer disso um alvo de oração e levar os seus pensamentos atribulados ao Senhor.
"Senhor", ele disse, "eu tenho trabalhado duro e por muito tempo em Teu serviço, colocando toda a minha força pra fazer aquilo que o Senhor me mandou. Entretanto, após todo esse tempo eu não consegui mover essa rocha por nem um milímetro. O que está errado? Porque eu tenho falhado?"
O Senhor respondeu com compaixão:
"Meu filho, quando eu lhe disse para me servir e você o aceitou, eu disse que sua tarefa seria empurrar a rocha com toda a sua força, e é o que você tem feito. Eu nunca sequer mencionei que eu esperava que você a movesse. Sua tarefa era empurrá-la. E agora você vem a mim após todo o seu esforço, pensando que você falhou. Mas, será isso realmente verdade? Olhe para si mesmo. Seus braços estão fortes e musculosos, suas costas estão enrijecidas e bronzeadas, suas mãos estão calejadas pela pressão constante, suas pernas se tornaram musculosas e firmes. Pela oposição você cresceu muito e agora suas habilidades superam o que você era antes. Ainda assim, você não moveu a rocha, mas seu chamado foi para ser obediente e empurrar, exercitando sua fé e confiança na minha sabedoria. E isso foi o que você fez. Agora, meu filho, Eu mesmo moverei a rocha."
Às vezes, quando ouvimos uma palavra de Deus, nós tentemos a usar nosso próprio intelecto pra decifrar o que Ele quer, quando na verdade o que Ele deseja é apenas nossa obediência e fé Nele. Em todos os sentidos, exercite a fé que remove montanhas, mas saiba que continua sendo Deus quem as move.
Quando tudo parecer estar errado, apenas empurre – P.U.S.H.!
Quando o trabalho te deixar pra baixo, apenas – P.U.S.H.!
Quando as pessoas não agirem da maneira que deveriam, apenas – P.U.S.H.!
Quando o seu dinheiro parecer ir embora e as contas ficarem, apenas – P.U.S.H.!
Quando as pessoas não compreenderem você… apenas – P.U.S.H.!
P. = Pray (ore)
U. = Until (até)
S. = Something (alguma coisa)
H. = Happens (acontecer)
"ORE ATÉ ALGUMA COISA ACONTECER!